Era tudo igual, toda vez.
Nada mudava, embora ela quissesse acreditar no contrário.
Mas as vozes que compunham
essa sinfonia triste e
agoniante de todos os dias
eram as mesmas.
Sempre do mesmo jeito.
Nada mudava, e tudo conseguia ficar pior.
Mas a pergunta nao calava naquele quarto escuro:
como esquecer tudo isso?
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